Resenha: A Torre Negra Vol. I – O Pistoleiro

O homem de preto fugia pelo deserto e o pistoleiro ia atrás.

Assim começa o primeiro volume da saga A Torre Negra do fantástico Stephen King. O primeiro livro tem 224 páginas e realmente é um ótimo começo para essa saga. A história começa contando sobre a perseguição que Roland Deschain, último pistoleiro do Mundo Médio, faz atrás do Homem de Preto. Roland é o único que sobrou de sua turma e do clã de pistoleiros nesse mundo que seguiu adiante e para isso, ele quer encontrar a Torre Negra, de forma que consiga diminuir ou até reverter essa destruição do mundo. No meio do caminho ele vai enfrentar várias dificuldades e conhecer várias pessoas que formarão seu ka, uma espécie de destino nessa epopéia. O Homem de Preto é apenas uma chave para mais uma porta no caminho da Torre. Ele espera que esse homem diga o que fazer nos próximos passos até o seu tão sonhado objetivo. A Torre vira uma obsessão para nosso pistoleiro, que só consegue tê-la como motivo de viver. Sua vida é a jornada em busca da Torre.

O livro é bem interessante e tem muitos elementos de cultura pop, além de muita interação entre coisas do mundo de Roland e nosso mundo. Músicas de Kiss e Beatles são mencionadas no livro, por exemplo. Então fica ai minha dica, não só para o livro, mas para a saga toda.  Estou atualmente no início do quarto livro, cerca de 800 e poucas páginas. Acontece que a saga vicia e o motiva muito a ler. Até logo, onde resenharei o segundo e terceiro volumes. Abraços!

A Torre Negra Vol. 1 – O Pistoleiro

Autor: Stephen King

Ano: 1982 (edição atual refeita em 2003)

Editora: Objetiva

Número de páginas: 224

Nota (1-5): 5

#MusicMonday (07)

Eaí galerinha frõ réu! Mais um #MusicMonday para fazer diferença nenhuma alegrar o porre que é a segunda-feira!

Temo que terei que me repetir… Já falei aqui da banda Gnarls Barkley, mas hoje postarei a nova música do ex-vocalista da banda. É simplesmente sensacional…

Cee Lo Green – FUCK YOU

Felipe:

Música que eu conheci num Winning Eleven da vida. Acho que era o 7. Não deixa de ser clássico da banda. Enfim, uno dos tres cuatro cinco cinco seis!

The Offspring – Pretty Fly (For a White Guy)

Nemo:

E ae galerinha, minha música da semana marcou demais minha infancia/adolescência, cara, como era bom sair de rolê, jogar bola, andar de skate(tá, eu não sei andar de skate, mas eu ia com meus amigos quando eles iam andar HAHA) e coisa e tal ouvindo essa música.

Sum41 – Fat Lip

‘         ϟ        n i     c н σ    l α s     – Dor nas costas monstra :S diz (20:06):
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#SérieDaSemana 03 – Sherlock

Olá galera. Nessa semana irei comentar uma baita série, que me chamou muito a atenção: Sherlock.

Como o nome já diz, a série britânica conta a história de Sherlock Holmes… Mas não de uma forma comum.

Como estamos em 2010, e já se viu muitos filmes, séries e afins tentando contar a história épica do morador da 221B na Baker Street, é elementar meu caro Watson que estava faltando um… remake, com Sherlock nos dias de hoje.

Na série Sherlock, vemos Holmes e seu parceiro Watson investigando casos com a ajuda de tecnologia! Mas é claro, algumas coisas não mudam… Sherlock ainda tem sua típica lupa (apesar de bem menor), e toca violino, característica marcante no personagem de Sir Arthur Conan Doyle.

O primeiro episódio da série se chama “A Study in Pink“, uma ótima sacada/referência à primeira aparição de Sherlock Holmes na história, “A Study in Scarlet”.

A série é genial em vários aspectos. Sherlock é uma pessoa muito inteligente, e muito arrogante. As conclusões, as sacadas… palmas ao escritor e ao ator (Benedict Cumberbatch). Outro ponto forte da série é a direção. Enquanto Sherlock vai analisando características nas vítimas, não vemos o personagem falando o que vê, mesmo consigo mesmo (o que é clichê nas séries e filmes…), mas vemos escrito na tela os pensamentos de Sherlock, de forma genial. Mesma coisa com quando um personagem lê um SMS no celular. Ele não o fala em voz alta, nem é necessário filmar a tela. O conteúdo aparece escrito na tela, uma inovação realmente inteligente. A série ganha pontos nos detalhes.

Enfim, assim que vi Sherlock, cheguei à conclusão que é a melhor série que já vi na minha vida. A primeira temporada é “curta”, apenas três episódios, mas cada episódio tem uma hora e meia de duração. Quase um filme.

Felizmente, Sherlock, que passa na BBC, já foi renovada para uma segunda temporada.

Down in a Hole – Parte 1

Opa, galera. Vou postar um conto que estou criando aqui no blog. Durante 3 semanas postarei 5 partes dessa história. Uma nessa e 2 partes por semana nas próximas 2 semanas. Espero que curtam…

1. Noites Intensas

Não era a primeira vez que passava das 03 da manhã acordado, na sacada do apartamento. Era uma época fria, não era recomendável ficar exposto assim ao frio… Em Manhattan, a neve caia sem parar e as noites pareciam ser eternas. Era uma quarta-feira, não devia estar assim. Ele tinha que trabalhar. Trabalhar não. Procurar emprego, já que fora demitido na segunda, uma vez que dormia no trabalho de tão cansado que estava. O jornal era um lugar bacana, tinha amigos lá e até uma garota.  Alice era o nome da ruiva que o encantara. Aliás, ele foi atrás e conseguiu marcar um encontro no cinema. Apesar de várias bobagens ditas, saiu de lá com uma namorada. E o telefone começou a tocar na sala. Apesar de enrolar, Jake atendeu. Alice estava preocupada com ele, já que havia umas 5 vezes e ele não tinha atendido. Ele respondeu que estava ocupado na sacada, observando a cidade e pensando na vida. Na vida… Haha… Meros problemas que cercavam Jake. Meros? O amigo de infância que mais gostava, considerava-o seu melhor amigo, tinha caído no mundo das drogas. Do Queens até o Bronx, Mack havia se perdido e não conseguia sair da lama. Heroína, álcool, cocaína… Só alguns exemplos. As dívidas então… Só aumentavam e com isso ele era procurado. Não pela polícia, mas pelos chefões das drogas. Um dia foi raptado e ligou para o amigo que mais o conhecia. Era, obviamente, Jake, que sabia que devia fazer algo. E assim surge a explicação de 3 noites seguidas sem dormir quase nada. Onde está Mack? Como achá-lo? Como salvá-lo? Jake não sabia, mas queria achar respostas para essas perguntas… E logo.

Jake dissera a Alice para não se preocupar e ela então se despediu. Ele deitou e tentou pensar em mais algo, mas só conseguiu é pegar no sono. Acordou às 10 da manhã e fez o tradicional café: ovos com bacon. Não abria mão disso, assim como o seu amigo agora raptado. Ele decidiu que iria até o apartamento de Mack, no Bronx, e iria procurar vestígios que o levassem a descobrir quem o seqüestrou e onde ele estaria. Mack apenas disse que precisava de ajuda e que estava em Nova York, mas ao escutar o guarda chegando, ele teve que largar o telefone que encontrara ali perto. Então foi até a garagem e ligou seu Landau, que comprara no ano passado. Era modelo 96, mas como estavam em 98, 2 anos não fariam diferença enorme. O trajeto era longo, durava uma 1 hora com o trânsito que ele pegava. Almoçaria por lá mesmo, num restaurante que conheceu em uma das várias visitas ao amigo. Era o Josh’s, uma lanchonete com vários tipos de sanduíches e preços baixos. Tranqüilo para fazer aquele rango do meio-dia.

Apartamento 502, edifício Burnmoug. Endereço já gravado na memória de Jake. Ele tinha uma chave que Mack o entregara há muito tempo. Ao entrar no apartamento, uma zona estava instaurada. Parecia que um tornado havia passado ali dentro, mas eram vestígios de um rapto… Vestígios de uma aterrorizante situação para seu amigo. Jake deu uma olhada rápida pelo local, antes de começar a procurar mais fundo. Um papel chamou sua atenção no balcão da cozinha. Era uma carteira de identidade… Marcos Muñoz. Ele conhecia esse cara. Estudou junto com ele na Fold Bridge High School e agora ele era um líder do tráfico de heroína. Jake então ouvira um barulho e com um papel e uma caneta jogados no chão, anotou os dados da carteira e se escondeu num armário. Porta arrombada. Eram 3 homens, com cara de serem mexicanos ou pelo menos descendentes. Eles vasculharam tudo, menos o armário. Um deles falou que faltava abrir aquele guarda-roupa. Jake sentia que tudo podia estar perdido. O homem se aproximou e…

Continua na quinta-feira que vem. Até mais, abraços.