Geek in the Pink

Oolá leitores e principalmente leitoras do blog!

Sabe aquela esquecida sessão Geek in the Pink em que eu postava sobre esmaltes e coisas de menina, que depois de um tempo acabou ficando só na promessa?!

Pois bem, estou retomando-a de uma forma diferente! Ela virou um tumblr!

Agora acessando o leliferrari.tumblr.com vocês encontram novidades e o que rola no mundo fashion em imagens, vídeos, fotos e gifs! Fiquem a vontade para seguir, tirar dúvidas e compartilhar um espaço super feminino.

Espero por vocês lá!

Drop Dead Diva

Olá todo mundo! Se alguém aí sentiu minha falta, venho comunicar que meu período de hibernação acabou! Aaaahh :( Pois é, acontece gente, mas eu voltei!

E voltei com um seriado muito legal para comentar com vocês! Drop Dead Diva!

É um seriado que conta a história de Jane Bingum, ou melhor, de Deb Dobkins que sofreu um acidente de carro e milagrosamente vive agora no corpo da Sra. Bingum. Ok, nem tão milagrosamente assim, acontece que Deb é uma aspirante a modelo, loira, alta e magérrima que namora o advogado Grayson Kent. E num belo dia sofre um acidente de carro. Quando ela chega no céu, inconformada, aperta o botão de voltar. E é aí que entra a fofíssima Jane Bingum, que por coincidência ou não, é uma super ocupada advogada, e que veste tamanho 42.

E a Deb, agora no corpo da Jane, tenta recomeçar sua vida e sua nova profissão, contando com a ajuda de sua velha melhor amiga Stacy, uma modelo típica e super alto atral e um anjo da guarda bastante interessado nas relações humanas. Não bastasse, ainda conta com um chefe que só pensa nos lucros, uma colega de trabalho insuportável, e para dar uma ajuda, uma assistente muito louca!

É uma serie bastante divertida, a Jane tem uns sonhos muito loucos em que ela dança e canta e faz shows, é bem legal mesmo, e sempre tem convidados especiais! Super recomendada para meninas, já que tem várias citações do mundo fashion. A terceira temporada já está terminando, mas foi renovada!

Assistam e se divirtam!

Garden State

Putz, vai ser difícil fazer esse post. Sabe quando tu vê um filme que, além de entertenimento, é uma aula de vida?

Então. Garden State é muito mais que um romance, do que um drama, do que uma comédia. É tudo isso junto, tudo equilibrado e desequilibrado ao mesmo tempo, é completamente fucked up. É como a vida.

Eu fui atrás do filme por ter sido escrito, dirigido e estrelado pelo Zach Braff (protagonista de Scrubs, na qual sou FÃZAÇO), mais o bônus de ter sido estrelado também pela dispensa-apresentações Natalie Portman. A cereja do bolo foi ver, inesperadamente, um desconhecido na época e vencedor de Emmy hoje em dia: Jim Parsons!

Eu juro que não esperava TANTO do filme. Tanto que normalmente nem comento filmes por aqui, mas tive que vir correndo. O roteiro é muito bom, a fotografia também. O filme convence como romance, drama e comédia.

O enredo, basicamente: Andrew Largeman é um cara de 26 anos que, desde os 10, usa anti-depressivos por causa de um trauma ocorrido na infância (explicado ao longo do filme). Esses remédios fizeram com que Andrew passasse a vida toda dele alheio à tudo o que ocorria à sua volta: Não sentia medo, dor, felicidade… não vivia, apenas sobrevivia. Até que sua mãe falece, e Andrew tem que voltar à sua cidade natal que não via desde os 16 anos. Lá, reencontra amigos da época de escola, e forma uma nova amizade com Sam, uma guria louca, que vive intensamente e mente compulsivamente.

Claro que ter escrito fez Zach entrar no papel com tudo. Ele interpreta Andrew brilhantemente, desde os momentos “numb” até a descoberta de seus sentimentos. Além de ter ganho prêmios pela direção, o filme levou um Grammy por melhor trilha sonora. Trilha, esta, que é FORA DE SÉRIE. Repleta de músicas Indie, foram escolhidas pessoalmente por Zach, que disse que são músicas que ele ouvia na época em que escrevia o filme.

Não há muito mais o que dizer. Eu, que não sou fã de drama, me apaixonei. Muito bom.

Drowned

Love isn’t just a bed of roses; there’s some thorns in there too. I learned that nothing is perfect, nobody’s perfect. The weird (and good) part is… I like being drowned in this mysterious sea. There’s no point in trying to reach dry ground.

These are the people who make me feel safe in this world.